Não se preocupe, nada vai dar certo!!

14 ago

Bem, poderia ser mais um post com uma síntese do novo filme brasileiro “Não se preocupe, nada vai dar certo”, mas não. (Até digo que, infelizmente, tão cedo não verei esse filme, especialmente pelo atraso que o cinema pelotense tem em “buscar” alguns filmes.)
Na verdade, nem sei por onde começar. Tampouco sei onde parei.
Olho para os lados e, literalmente, vejo tudo bagunçado. Mas a cada dia, a cada passo, tento repassar isso e seguir adiante.
Enfim, cá estou eu. Mas porque estaria? Enfim, sigo com perguntas sem respostas… “As grandes questões são realmente grandes por alguma razão: são difíceis. Mas quer saber? Todo mundo se confronta com elas, em algum momento…”

Enfim, vamos ao que importa, ou não.

Tenho escrito com certa frequência. Mas com infrequência, divulgado. Tenho apagado tudo, com frequência.

Hoje, decidi sentar aqui e deixar fluir. Baseada no “lema-inspirador” do filme.

No entanto reconheço que um turbilhão de “gavetinhas” queiram ser abertas e tenho medo de ficar desejosa, fico apreensiva de poder não alcançar as expectativas ou algo similar.

Não sei para que lado ir. Tantas coisas para falar. Dia dos pais, tratamentos, preocupações, bons fluidos, novidades, antiguidades. Para qual lado andar?

Ok, você deve estar pensando: “mais uma jovem que parece aqueles ‘caras’ de, no minimo, 40 anos que se sentem perdidos com a ‘explosão tecnológica'”. mas não, ‘aqueles caras’ até possuem bons motivos: não nasceram no mesmo meio que eu, tiveram outros ideais e ideias. Mas um primeiro passo é aceitar. E, sim, eu me considero perdida.

Desde as palavras até o todo. Um vazio retumbante, em meio ao nada e o tudo. Como proceder diante de uma imensidão de conceitos, de perguntas sem respostas, de coisas que necessitam do imediatismo? Entre tantos outros questionamentos…

Me perdoem: No momento não posso responder.

Corrigindo: No momento, não quero responder.

Estou em busca de algo que ainda não descobri. Mesmo sabendo que “nada vai dar certo”  -ou não! (e sigo me apoiando nisso).  Pensando nisso, concluo esse post non-sense (e – talvez – até vergonhoso), com desejos de algo superior. Talvez mais que o amar aos demais, esteja o nosso próprio amor. Acima do tempo que os outros nos pedem, está o nosso tempo. O tempo de mudarmos, de aceitarmos, de querermos.. Então, sendo um post horrível ou não, dando certo ou não, correspondendo ou não as expectativas.. fica a mensagem de sermos por alguns instantes “egoístas” e pensarmos em nós, antes de resolvermos o mundo todo. O que está sendo feito por si? E por mim?  Comece por si, e  então sim melhore ao seu redor. Não corresponda as expectativas alheias por um instante, mas corresponda a todas as suas mais um pouco até conseguir o que queria, até conseguir se ajudar e depois sim, ajudar “ao próximo”.

Creio que depois de tantas enrolações, consigo deixar uma mensagem. Talvez não tão clara quanto esperasse.. mas, enfim… aí estamos. E finalmente consegui deixar fluir e fazer algo que há muito eu queria: dar liberdade as minhas palavras.

Boa madrugada.

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