Ruína em mim.

12 mar

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E eu senti uma afeição por aquele estranho.

Nunca apreciara o lugar antes, mas agora aquele prédio em ruínas me soou simpático. Era como eu. Eu em ruínas. Mas tinha algo de belo, em meio aquela escuridão.

Me dei uma folga e sentei diante do prédio. Eu era mais uma parede desengonçada queimando no sol e trazendo sombra pra dentro.

No entanto, chegava a hora de eu me desvincular. Quebrar meu lado ruína, o qual finalmente havia se encontrado em algum lugar.

Eu tinha que ir, me recompor e fazer o que aquela construção podia: me reconstruir.

Um último olhar.

Me viro e vou.

Uma reconstrução, uma reforma em mim.

(escrito 11.3.2013, no campus Anglo da UFPel…)

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