29 maio

só tem certas coisas que dizem muito. você não precisa de uma palavra, o cazuza já cantou elas ou algum outro romântico que já morreu. você não precisa disso. de nada disso. você precisava apenas de você mesma. e no seu grito desesperado, você saiu procurando por alguém. virou as costas pra si e não quis pagar pra ver o que ia acontecer. era o medo da dor. faltava coragem pra encarar o que havia sido feito, o que havia sido decidido. mas havia tanto medo de se permitir, de viver. você entrou numa espiral de problemas que você criou.  num ponto de tantos questionamentos que você não quer pensar na resposta, mesmo que ela seja simples. virou as cosas e se foi. porque sabia que aquilo tudo dizia demais. e essa intensidade toda podia ser de qualquer romântico, que não você.

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