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Bidê ou Balde – Mesmo Que Mude

23 ago

Ela vai mudar, vai gostar de coisas que ele nunca imaginou, vai ficar feliz de ver que ele também mudou. Pelo jeito não descarta uma nova paixão, mas espera que ele ligue a qualquer hora só pra conversar e perguntar se é tarde pra ligar, dizer que pensou nela, estava com saudade…Mesmo sem ter esquecido o que passou

Ele vai mudar, escolher um jeito novo de dizer “alô”. Vai ter medo de que um dia ela vá mudar, que aprenda a esquecer sua velha paixão, mas evita ir até o telefone para conversar, pois é muito tarde pra ligar. Tem pensado nela, estava com saudade.

Mesmo sem ter esquecido que é sempre amor, mesmo que acabe, com ele aonde quer que esteja. É sempre amor, mesmo que mude. É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que é amor.

Para conversar, nunca é muito tarde pra ligar. Ele pensa nela, ela tem saudade. Mesmo sem ter esquecido que é sempre amor, mesmo que acabe com ele aonde quer que esteja. É sempre amor, mesmo que mude. É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou.

Amável ironia

4 fev

Ah, relacionamentos. Irônicos por diversas vezes.

Quantas vezes você acordou e achou que teria um café na cama? Ou que depois daquela discussão feia receberia um lindo buquê com um cartãozinho? Ou simplesmente um beijo acalorado – de deixar sem ar – dizendo “deixa pra lá e fica comigo, “nós” é o que importa!”?

E quantas vezes você só imaginou? Pois é, acontece…Acontece de não acontecer.

Acontece da gente aprender com a dor e não com o amor. De aproveitar, entender, querer fazer valer, quando o tempo já passou. Acontece… É o tempo de cada um. Mas o tempo passa.Só que passa diferente pra cada um… (Talvez por isso chega um momento que a gente cansa de esperar as coisas funcionarem)

Amável ironia é você receber isso quando você, até mais precisa, mas não quer mais. Porque já foi o tempo. Arde o coração tanta dor. O vazio que ali ficou, acaba por queimar.

Por quê? Você fica horas com essa pergunta. Por que agora? É a vida, é o tempo, são as escolhas…e tudo isso é muito irônico.

Irônico foi eu ter recebido flores no dia do aniversário de quem eu deixei, de vê-lo chorar e eu só  saber dizer “não, não”. Pois não adiantava mais. “Peça tocada é peça jogada” (já dizem os jogadores de xadrez). Não por essa razão estúpida. Mas eu sabia que mais cedo ou mais tarde tudo iria voltar. Adiantaria aceitar? Seria piedade? Queria eu entrar, novamente, na roda do comodismo para depois me magoar ou, mais forte, magoar alguém? “Não, não”. Era só o que eu pensava e podia dizer. E doía demais dizer essa monossílaba! Mas era necessário.

Irônico foi eu ter ficado com as rosas; foi ver a primeira pétala que caiu com formato de coração; foi, quando as rosas murcharam, tentar a todo custo “ressuscita-las”, como eu fiz com meu relacionamento, e por fim, ironicamente, foi em vão.  Ironia ter percebido tudo isso e, romanticamente, ter pensado “é um sinal” e, no fim, era só um espelho de tudo.

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http://youtu.be/GGkbuptJo2I